Jan
2
Crepúsculo

Em primeiro lugar, feliz ano novo! ^^

Eu sei que disse que ia postar antes do natal, mas tive outras coisas pra fazer e acabei adiando, adiando, adiando….. enfim, acabou ficando pra depois do ano novo… hehehe

Bom, terminei de ler a nova febre literária mundial, “Crepúsculo“, e vi o filme também. Então, vamos por partes: primeiro a sinopse do livro e a minha review e depois a minha review sobre o filme (já que a sinopse é a mesma… hehehe).

O livro

“Crepúsculo poderia ser como qualquer outra história não fosse um elemento irresistível: o objeto da paixão da protagonista é um vampiro. Assim, soma-se à paixão um perigo sobrenatural temperado com muito suspense, e o resultado é uma leitura de tirar o fôlego – um romance repleto das angústias e incertezas da juventude – o arrebatamento, a atração, a ansiedade que antecede cada palavra, cada gesto, e todos os medos. Isabella Swan chega à nublada e chuvosa cidadezinha de Forks – último lugar onde gostaria de viver. Tenta se adaptar à vida provinciana na qual aparentemente todos se conhecem, lidar com sua constrangedora falta de coordenação motora e se habituar a morar com um pai com quem nunca conviveu. Em seu destino está Edward Cullen. Ele é lindo, perfeito, misterioso e, à primeira vista, hostil à presença de Bella o que provoca nela uma inquietação desconcertante. Ela se apaixona. Ele, no melhor estilo “amor proibido”, alerta: Sou um risco para você. Ela é uma garota incomum. Ele é um vampiro. Ela precisa aprender a controlar seu corpo quando ele a toca. Ele, a controlar sua sede pelo sangue dela. Em meio a descobertas e sobressaltos, Edward é, sim, perigoso: um perigo que qualquer mulher escolheria correr. Nesse universo fantasioso, os personagens construídos por Stephenie Meyer – humanos ou não – se mostram de tal forma familiares em seus dilemas e seu comportamento que o sobrenatural parece real. Meyer torna perfeitamente plausível – e irresistível – a paixão de uma garota de 17 anos por um vampiro encantador.”

Eu gostei gostei do livro… mas achei fantasioso demais. Uns diálogos totalmente surreais, que nem no filme mais romântico do mundo você acharia bom. A história é até interessante, a idéia é muito boa… mas a forma como é conduzida faz com que não seja tão cativante (pelo menos pra mim). Achei sem sal, mas ainda assim não estou arrependida de ter comprado o livro.

O filme

Surpreendentemente, ao contrário de todas as opiniões que eu vi por aí, gostei muito mais do filme. Sei lá, achei mais palpável, não me pareceu tão fantasioso. A atriz que escolheram para fazer a Bella é muito bonita e achei que incorporou muito bem a personagem. O ator que faz o Edward, não é tão bonito quanto o personagem deveria ser, mas até que fez direitinho o papel dele… O único defeito foi que trataram o conflito principal muito superficialmente. Toda a perseguição e a luta, que no filme durou por muitas páginas, no filme eu achei que foi tudo muito rápido.

No geral, o filme e o livro não são tão ruins, só são um pouco fantasiosos demais. Acho que para ficar mais interessante, a autora poderia dar um toque de realismo nos diálogos, nos gestos, enfim… na minha opinião.

Agora eu quero ver o filme do “Marley & Eu”. O livro é liiiindo, principalmente pra quem gosta de cachorros!

Ah, pra encerrar o post, fiz uma blend do Aerosmith que eu ameeeei e queria colocar aqui pra vocês verem:

É isso gente, até a próxima…

Nov
1
“A Menina Que Roubava Livros” e “O Incrível Hulk”

Hello everybody! Sumi denovo… hehehe… e mais uma vez foi falta de tempo mesmo. Alguma vez vocês já ficaram no trabalho até 4h da manhã? Pois é, na semana passada eu fiquei. Estávamos fazendo os painéis de um stand que tinham que ser mandados para a impressão na manhã do dia seguinte. E essa semana fiquei até tarde denovo, só que menos, dessa vez foi até meia-noite, preparando uma apresentação. Deu pra perceber o perrengue né?Enfim… finalmente (na verdade há algumas semanas) terminei de ler “A Menina Que Roubava Livros”. Primeiro a descrição do livro e depois a minha avaliação:

“Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em A Menina que Roubava Livros, livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do The New York Times. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte….”.

Bom, eu gostei muito do livro. É uma história realmente muito bonita. Mostra uma visão diferente da guerra: a dos alemães, os mais pobres, que não tinham muito acesso à informação e viviam constantemente com medo de bombardeios, de serem pegos pelos nazistas, de serem mandados à Rússia para a guerra. Fora o racionamento – de tudo. Enfim, em meio à isso tudo, a menina encontra a salvação – literalmente – nos livros. É muito bom, eu fiquei impressionada com a história… recomendo.

Essa semana, um amigo do trabalho me emprestou o DVD do filme “O Incrível Hulk” (eu comentei que tinha vontade de ver o filme por causa da participação da Liv). Bom, primeiro a descrição e depois a minha review:

“O Incrível Hulk estrela um novo e explosivo épico, repleto de ação de um dos mais populares super-heróis de todos os tempos. Neste novo começo, o cientista Bruce Banner (Edward Norton) está em uma caça desesperada pela cura para a radiação gamma que envenenou suas células e liberam a força furiosa dentro dele: o Hulk. Vivendo nas sombras, longe da vida que conheceu e da mulher que ama, Betty Ross (Liv Tyler), Banner luta para evitar a perseguição de seu arquiinimigo, General Thunderbolt Ross (William Hurt), e a máquina militar que procura capturá-lo e brutalmente explorar seu poder. Enquanto os três se enlaçam com os segredos da criação de Hulk, são confrontados com um monstruoso novo adversário conhecido como o Abominável (Tim Roth), que tem uma força destruidora que excede a do próprio Hulk. E dia 13 de junho de 2008, um cientista deve fazer uma agonizante decisão final: aceitar uma vida pacífica como Bruce Banner ou encontrar o heroísmo na criatura dentro dele, o Incrível Hulk.”

Sinceramente, o filme é legalzinho. Verdade. Mas o final é decepcionante. Acho que uns 25% ou 30% do filme se passa no Brasil. É engraçado ver o Edward Norton tentando falar português. ^^ A Liv está linda, como sempre, e a computação gráfica é fantástica. O que pega realmente é o final da história. Quando você pensa que vai acontecer alguma coisa….. bom, deixa pra lá, melhor não entregar o final pra quem ainda quiser ver.

Mudando de assunto, ontem à noite meu irmão, a namorada dele e um amigo fomos à um barzinho… foi bem legal e talz… e acontceu uma coisa engraçada: um vendedor de amendoim chegou perto da gente e fez a seguinte oferta (prestem atenção): “2 é R$3 e 3 é R$5″ o.O …Aí o meu irmão disse pra ele: “Tá errado, você tá cobrando mais caro pelo terceiro! Tinha que ser no mínimo 3 por R$4,50″. O cara não entendeu e achou que a gente estava pedindo desconto! hauhauahuahauha

Bom, that’s all folks… até mais.

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Carioca, designer, 25 anos, fã do Aerosmith. Adora música, design, internet, livros, seriados (principalmente os antigos). Dona das cachorrinhas mais lindas do mundo... mais?

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